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Saúde mental é um assunto que está em ascensão nos últimos anos. É comum escutarmos ou lermos termos que pertencem às condições relacionadas à ciência psicológica, por exemplo. Estar mentalmente saudável reflete no estado de bem-estar em que uma pessoa possa lidar com o estresse normal da vida e operar de forma eficaz em suas atividades diárias. Entretanto, com as demandas e exigências da vida contemporânea, ainda que com todas informações e profissionais capacitados para isso, cuidar da saúde mental pode ser muito difícil.

Devemos prestar atenção em como nos sentimos, em como percebemos nossos comportamentos e quais são os impactos dessas interações no nosso ambiente. Existem dois extremos que as pessoas devem tentar evitar: a autocobrança excessiva que desencadeia o cansaço mental, bem como o não estímulo do cérebro, fazendo com que ele se torne “sedentário”.

 

Cansaço Mental

A rotina puxada e exaustiva pode fazer com que o indivíduo esqueça de si mesmo. As metas no trabalho, as necessidades no estudo e as responsabilidades do dia a dia, quando não tratadas da maneira correta, pode ser muito prejudicial, levando a pessoa ao cansaço mental.

O cansaço mental, também conhecido como fadiga mental, é um estado de exaustão psicológica que pode ser causado por uma variedade de fatores, incluindo sobrecarga de trabalho, estresse, ansiedade, depressão e falta de sono adequado. É uma sensação de esgotamento mental que pode ter como consequência a dificuldade em se concentrar, tomar decisões e até mesmo realizar tarefas simples. Além das complicações psicológicas, o cansaço mental também traz malefícios de forma física para a pessoa, diminuindo sua capacidade de lidar com o estresse e tornando-a mais suscetível a doenças.

Justamente por isso se torna fundamental o autoconhecimento e acompanhamento psicológico quando sintomas da exaustão mental começam a aparecer. Segundo Carvalho e Magalhães (2014), conhecer e reconhecer os causadores do estresse é essencial para entender, intervir e diminuir os sintomas e complicações causados pelo cansaço mental.

Para evitar a fadiga mental, é importante fazer pausas regulares, descansar e fazer exercícios adequados, comer uma dieta saudável e controlar os níveis de estresse. Envolver-se em atividades que promovam relaxamento e atenção plena, como meditação ou ioga, também pode ser útil. Se a fadiga mental persistir ou estiver afetando sua vida diária, procure um profissional capacitado para intervir sobre este problema.

 

Sedentarismo cerebral

“Cérebro sedentário” é um termo usado para descrever uma condição em que o cérebro de uma pessoa não está sendo estimulado ou desafiado o suficiente devido à falta de estimulação mental ou atividade física. Isso pode levar a um declínio na função cognitiva, na memória e na saúde geral do cérebro.

A estimulação mental está totalmente relacionada às nossas funções cognitivas. Para evitar esta condição podemos, por exemplo, optar por atividades como leitura, jogos que estimulam a concentração e o raciocínio e interação social para ajudar a manter o cérebro ativo e saudável

Um estilo de vida sedentário, incluindo ficar sentado por muito tempo e falta de atividade física, tem sido associado a efeitos negativos no cérebro. O exercício físico demonstrou melhorar a função cerebral, aumentar as habilidades cognitivas e reduzir o risco de declínio cognitivo. É importante manter um estilo de vida saudável e ativo para promover a saúde e o funcionamento do cérebro.

 

Ou seja, para mantermos nossa saúde mental em boa forma, devemos nos atentar aos sinais e sintomas que nosso corpo e mente revelam. É necessário que haja um bom equilíbrio entre as demandas do trabalho e relaxamento. Priorizar apenas um deles pode trazer prejuízos funcionais severos ao longo da vida.

 

Treinamento Cerebral e aumento da performance

O treinamento cerebral com o uso de neurofeedback é uma modalidade de intervenção que utiliza tecnologia para medir e mostrar informações sobre a atividade cerebral em tempo real, com o objetivo de ajudar o indivíduo a aprender a regular sua própria atividade cerebral e melhorar seu desempenho cognitivo, emocional e comportamental.

O termo ‘treinamento cerebral” se dá justamente pela ideia de estimular o cérebro e exercitá-lo. Por exemplo, quando uma pessoa vai a academia, normalmente ela espera exercitar e fortalecer seus músculos. Para isso, é desenvolvida uma rotina de treinamento e exercícios para que estes músculos sejam fortalecidos ao longo do tempo. O neurofeedback atua de forma semelhante, mas com o cérebro.

Durante uma sessão de neurofeedback, sensores são colocados no couro cabeludo do indivíduo para medir a atividade elétrica do cérebro. Essas informações são processadas e apresentadas em forma de gráficos ou animações em um monitor, permitindo que o indivíduo visualize sua própria atividade cerebral e aprenda a modificar seu comportamento para mudar o padrão de atividade cerebral a partir dos exercícios orientados pelo treinador.

O objetivo do treinamento cerebral é ajudar o indivíduo a modular padrões de atividade cerebral e fazer com que ela permaneça da maneira mais funcional possível, de modo que possa melhorar seu desempenho em tarefas cognitivas, reduzir a ansiedade e aprimorar habilidades sociais e emocionais.

Além de tudo, o neurofeedback é recomendado para quem busca o aumento da performance, existem evidências que validam e sugerem o treinamento cerebral para a melhora do desempenho. Estudos mostraram que o neurofeedback pode melhorar a atenção, a memória e a flexibilidade cognitiva.

 

Referências:

GRUZELIER J. H. EEG-neurofeedback for optimising performance. I: a review of cognitive and affective outcome in healthy participants. Neurosci Biobehav. DOI: 10.1016/j.neubiorev.2013.09.015.

CARVALHO, C. G, MAGALHÃES, S. R; Inteligência emocional como estratégia de prevenção contra a síndrome de burnout; Revista Vale; Doi: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrd.v11i2.540550 No mundo de hoje, há uma abundância de informações. O cérebro humano é um órgão incrivelmente versátil, capaz de se adaptar aos novos fatos e mudanças ambientais contínuas. No entanto, às vezes, esse potencial do cérebro é sobrecarregado ou fica sedentário, dependendo da diversidade e complexidade das demandas diárias.

Quando o cérebro é sobrecarregado, a pessoa tem dificuldade em se concentrar e processar informações. Assim, o corpo físico e mental sente exaustão e tensão. A pessoa sente que há muitas tarefas a fazer e não consegue priorizar se tu forçada a se dedicar a todos ao mesmo tempo. A mente torna-se ineficaz.

Por outro lado, quando o cérebro está sedentário, a pessoa tem dificuldade em realizar novas tarefas. Ele não consegue absorver novos conhecimentos ou processar as informações de maneira eficaz. Assim, o corpo físico e mental sente-se com letargia sem energia. O ânimo das pessoas diminui e elas podem voltar-se para atividades menos exigentes.

Para evitar a sobrecarga e sedentarismo do cérebro é importante manter-se ativo e desafiar-se diariamente. Praticar exercícios, ler livros, aprender novas habilidades ou fazer novos projetos podem ajudar a estimular o cérebro de maneira saudável. Desta forma, você conseguirá manter seu cérebro alerta e preparado para diferentes situações.

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