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Com o início de um novo ano em 2023, é muito comum que se façam resoluções para o ano que se inicia. Trabalhar menos, levar uma vida mais saudável, passar mais tempo com os amigos… Muitas vezes promessas feitas com o intuito de mudar a vida para melhor e iniciar um novo ciclo.

No entanto, você já viu alguém dizer que gostaria de “ter mais saúde mental” no próximo ano? Bom, certamente essa seria uma resolução muito importante. O melhor de tudo é que é possível saber como trabalhar a saúde mental para níveis mais satisfatórios e tornar possível atingir esse objetivo em 2023. Vamos ver como?

Por que é importante ter uma boa saúde mental?

Em primeiro lugar, devemos nos lembrar da importância de se ter uma boa saúde mental. A saúde mental é importante porque afeta a forma como pensamos, sentimos e nos comportamos. Além disso, ela também afeta nossa capacidade de lidar com o estresse, fazer escolhas saudáveis e estabelecer relacionamentos saudáveis com as pessoas e com o mundo.

Sabe-se também que a saúde mental pode influenciar a saúde física, já que o estresse e outras emoções negativas podem afetar o sistema imunológico e aumentar o risco de doenças. Por fim, ter uma boa saúde mental é importante para a nossa felicidade e bem-estar geral.

Nesse sentido, as consequências de não se ter uma boa saúde mental podem ser sérias e variadas. Algumas das possíveis consequências incluem:

  • Problemas de comportamento: Pessoas com problemas de saúde mental podem ter dificuldade em controlar seus comportamentos e em manter relacionamentos saudáveis.
  • Dificuldade em realizar atividades diárias: Pessoas com problemas de saúde mental podem ter dificuldade em realizar atividades diárias, como ir ao trabalho ou à escola, cuidar de si mesmas e da casa e manter relacionamentos saudáveis.
  • Problemas físicos: Alguns problemas de saúde mental, como o estresse crônico, podem ter efeitos negativos na saúde física e aumentar o risco de doenças.
  • Problemas sociais: Pessoas com problemas de saúde mental podem ter dificuldade em se relacionar com outras pessoas e em participar da vida social. Isso pode levar à solidão e ao isolamento social.
  • Problemas financeiros: Pessoas com problemas de saúde mental podem ter dificuldade em manter um emprego e em gerenciar suas finanças, o que pode levar à pobreza.

Por essas questões, é muito importante buscar ajuda se você estiver enfrentando problemas de saúde mental. Há muitos tratamentos eficazes disponíveis que podem ajudar a melhorar a saúde mental e a qualidade de vida. Mas como avaliar que precisamos deles?

Como é possível saber se a saúde mental está ruim?

Existem alguns sinais e sintomas que podem indicar que a saúde mental não está boa. Os cinco melhores exemplos incluem:

  • Mudanças no humor: Sentir-se triste, irritado ou ansioso com mais frequência do que o normal pode ser um sinal de problemas de saúde mental.
  • Alterações no comportamento: Mudanças no comportamento, como ficar mais isolado ou ter dificuldade em realizar atividades diárias, podem ser sinais de problemas de saúde mental.
  • Alterações no padrão de sono: Ter dificuldade para dormir ou dormir demais pode ser um sinal de problemas de saúde mental.
  • Alterações no apetite: Perder ou ganhar peso sem motivo aparente pode ser um sinal de problemas de saúde mental.
  • Dificuldade de concentração: Ter dificuldade para se concentrar ou tomar decisões pode ser um sinal de problemas de saúde mental.

Ao se perceberem um ou mais desses sintomas, o ideal é buscar um profissional da saúde mental como um psiquiatra ou um psicólogo. É recomendado então que se realize uma Avaliação Neuropsicológica. Esse exame irá explorar amplos aspectos de suas funções cognitivas (como a atenção e a memória), emocionais, sociais e até de personalidade para poder fornecer um diagnóstico preciso e indicar o melhor tratamento. É uma etapa fundamental para entender o que está acontecendo e para saber qual é a melhor forma de agir a partir disso.

Além da Avaliação Neuropsicológica, existem outros estudos complementares que podem ajudar os profissionais a entenderem as razões por trás de determinado sintoma ou comportamento. Uma modalidade de estudo que vem ganhando notoriedade representa a análise do padrão de funcionamento elétrico do cérebro para verificar a incidência de sintomas e comportamentos indesejados.

Trata-se do Mapeamento Cerebral por EEGq, uma maneira de visualizar em tempo real a atividade dos neurônios do cérebro e entender profundamente o funcionamento deles. Diversas pesquisas vem apontando como esse tipo de estudo pode servir como um diferencial diagnóstico e orientar decisões de psicólogos, neurologistas e psiquiatras.

 

Se você estiver experimentando alguns dos sintomas citados e tiver buscado essas avaliações, é importante também procurar ajuda profissional para intervir nessas questões. Há muitos tratamentos eficazes disponíveis que podem ajudar a melhorar a saúde mental e a qualidade de vida. Vamos explorar algumas opções abaixo.

Quais as melhores formas de tratar problemas de saúde mental?

Uma vez identificada alguma circunstância ou algum aspecto de seu funcionamento fisiológico, cognitivo, emocional, social e de personalidade que esteja causando mal-estar, é essencial que se busque os tratamentos e intervenções adequados para lidar com isso e recuperar a qualidade de vida.

Geralmente, quando pensamos em tratar questões de saúde mental, logo a imagem do psiquiatra vem à mente. Esse profissional é graduado em medicina e é de fato apto a lidar com uma vasta gama de transtornos mentais que requerem intervenção farmacológica, ou seja, o uso de remédios para a diminuição dos sintomas.

Além dessa abordagem, também é possível intervir nos problemas de saúde mental por meio da terapia, ou melhor, da psicoterapia, realizada junto a um profissional da psicologia. Existem diversas abordagens diferentes dentro da psicoterapia, desde a psicanálise, até terapias baseadas no comportamento.

A terapia considerada padrão-ouro no tratamento da maior parte dos sintomas relativos à saúde mental é a Terapia Cognitivo-Comportamental. Essa modalidade de terapia irá lidar com os pensamentos e com os comportamentos disfuncionais e fazer a pessoa que a busca entender de onde eles estão surgindo e qual é a melhor maneira de fazê-los serem diminuídos.

Para além das intervenções tradicionais, os avanços da neurociência e da tecnologia permitem que seja possível tratar questões de saúde mental a partir da integração desses campos do saber e da psicologia, fazendo com que o processo de intervenção ocorra de maneira objetiva, individualizada e com maiores possibilidades de apresentar resultados em um menor espaço de tempo.

Um exemplo desse novo modelo de intervenção é o Treinamento Cerebral. Justamente a partir da união da neurociência, psicologia e tecnologia, esse modelo de treinamento, desenvolvido pela neuropsicóloga Patrícia Zocchi, é baseado em 5 pilares:

  1. Avaliação
  2. Psicoeducação
  3. Psicoterapia
  4. Biofeedback
  5. Neuromodulação

A partir disso, esse modelo de Treinamento se inicia com um ciclo de avaliações cognitivas, emocionais e fisiológicas que duram algumas sessões iniciais. Após isso, iniciam-se os treinos de biofeedback e de neuromodulação com frequência de duas vezes na semana.

Resumidamente, no Biofeedback, sensores vão captar parâmetros fisiológicos que serão mensurados e exibidos em uma tela, como a temperatura do seu corpo e o controle da sua ansiedade, promovendo a consciência e controle de funções corporais como a respiração, coerência cardíaca, temperatura periférica, entre outras, acarretando os ganhos típicos do treinamento.

No caso da neuromodulação, eletrodos vão captar a atividade elétrica do cérebro, que será mensurada e convertida em feedbacks visuais e auditivos exibidos em uma tela, durante um vídeo no YouTube ou mesmo um filma na Netflix. Por meio desses feedbacks, que servirão como estímulos, haverá um condicionamento do padrão de funcionamento elétrico do cérebro, fazendo com que ele combata os sintomas e comportamentos indesejados na raiz.

Ao longo de todo o plano de treinamento são então trabalhadas psicoeducações direcionadas e a psicoterapia por Terapia Cognitivo-Comportamental norteia todo o processo. Você pode conferir alguns casos de pessoas que foram ajudadas por esse modelo de intervenção clicando aqui.

Bom, com tudo isso em mente, você já tem todo o conhecimento necessário para entrar em 2023 atento à sua saúde mental e preparado para explorar muito mais o potencial do seu cérebro. O que está esperando?

 

 

 

Patrícia Zocchi

Psicóloga Clínica com 20 anos de experiência, formação em Terapia Cognitivo-Comportamental, Hipnose Ericksoniana e Psicofisiologia. Especialização em Psicopedagogia (UCB) e Neuropsicologia com foco em Reabilitação (USP). Membro da Associação Brasileira de Biofeedback (ABBIO). Pós-graduada em Neurociências (FIDE-PE). Professora convidada do curso de Pós-Graduação em Neuropsicologia do Hospital das Clínicas (HC-USP).

Certificado de formação em Neurofeedback pelo sistema Brain-Trainer International (BTI), promovendo cursos de certificação internacional em Neurofeedback e supervisões em parceria com a instituição. Co-responsável e sócia da PotencialMente – Academia Cerebralempresa que há 10 anos atende crianças, adolescentes, adultos e idosos com metodologias de Neuromodulação como o Biofeedback e o Neurofeedback.

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