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Isso é o que mostra um estudo com pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto e Universidade Estadual Paulista em Franca (Unesp) publicado em abril na revista Scientific Reports, do grupo Nature.

Para chegar a essa conclusão, os cientistas fizeram testes in vitro (laboratoriais) e descobriram uma atividade antibacteriana do CBD ultrapuro contra as chamadas bactérias gram-negativas multirresistentes, como a Klebsiella pneumoniae, Escherichia coli e Acinetobacter baumannii, quando a substância era combinada com o antibiótico.

Esses microrganismos são extremamente resistentes a antibióticos e podem causar problemas de saúde como pneumonia, infecções hospitalares graves e até comprometer a recuperação de pacientes em unidades de saúde.

“Nossos resultados mostram que o CBD tem potencial translacional e deve ser mais explorado como um agente antibacteriano reaproveitado em ensaios clínicos”, disseram os pesquisadores, no artigo.

 

O estudo, considerado promissor pelos cientistas pelo seu potencial contra a resistência bacteriana, também revelou que o CBD sozinho se mostrou eficaz contra outros tipos de bactérias que podem causar complicações na pele, no sistema digestivo e alguns problemas respiratórios.

Somente em 2019, mais de 1,2 milhão de pessoas morreram em todo o mundo em por infecções causadas por bactérias resistentes a antibióticos, conforme mostrou um dos maiores estudos do tipo publicados até então.

“Sugerimos que os canabinoides sejam mais explorados pela ciência por meio de novas formulações farmacêuticas, ensaios pré-clínicos e testes clínicos em seres humanos, visando ao reposicionamento do canabidiol como novo antibiótico”, disse o coordenador do estudo e professor da Faculdades de Ciências Farmacêuticas da USP, Leonardo Neves de Andrade, ao Jornal da USP.

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