[ad_1]

O ex-astro da NBA Baron Davis se tornou o mais recente sócio da Nowdays, empresa e plataforma de conteúdo fundada pela empresária paulista Thaina Zanholo. O objetivo é quebrar o paradigma da cannabis no Brasil com o Barão Davis. Além do conteúdo informativo, a empresa também pretende lançar acessórios lifestyle em 8 de dezembro. A produção de produtos à base de canabidiol (CBD), substância extraída de plantas, começará em julho próximo.

Zanholo, que trabalha nos EUA há sete anos e tem vasta experiência na indústria norte-americana, disse que a chegada de Davis trouxe reconhecimento social para a marca. “Tudo relacionado à cannabis no Brasil ainda é cheio de medo e preconceito. Porém, com celebridades como o Barão Davis se envolvendo no assunto, ele se fortaleceu e as pessoas estão começando a olhar para a planta com mais normalidade. Quem vê a agenda em uma forma negativa vai começar a repensar o assunto”, observou.

Além disso, a chegada do Barão Davis também impulsionou a cadeia produtiva da marca nos Estados Unidos, pois a legislação brasileira ainda não permite que o estado desenvolva produtos à base de cannabis.

“Ele nos apresentou a muitas pessoas importantes na Califórnia, atuando como intermediários para fábricas, fazendas e toda a logística necessária para que esse projeto funcionasse”, disse Thaina.

Progresso
Embora os produtos à base de canabidiol (CBD) sejam usados ​​apenas para fins medicinais no Brasil, com prescrição especial controlada, a empresária espera trazer os produtos ao país assim que a legislação permitir.

“O brasileiro ainda tem em mente que tudo relacionado à cannabis é cannabis para fumar, por isso estamos trazendo a marca como plataforma de conteúdo. A ideia é importar CBD aos poucos conforme a lei avança. CBD, é isso que vamos fazer nos próximos anos, a fabricação ainda é na Califórnia, o produto não é distribuído internamente, é importado apenas para o consumidor final”, explicou.

A Nowdays espera trazer de tudo, desde óleo CBD para ansiedade até cosméticos como bálsamos e lubrificantes. “Já é factível, mas não é barato. Estamos falando do cenário de comercialização e exportação. É preciso levar a discussão adiante e fazer o governo entender que deve haver uma distribuição interna. Mais marcas estão envolvidas no programa brasileiro de facilitar o acesso a esses produtos feitos a partir de extratos vegetais. Produtos. Como aqueles feitos com lavanda, menta ou girassol.”

Embora a discussão sobre produtos que usam cannabis em formulações esteja avançando de forma relativamente rápida, Thaina Zanholo observou que a questão é cultural.

“Existe uma resistência absurda e é exatamente por isso que começamos como plataforma de conteúdo há seis meses. O Brasil ainda atrela à maconha ao tráfico e ao racismo. Nosso maior foco é quebrar todo esse estigma e essa história de centenas de anos atrelada à maconha. Quebrando esses preconceitos, é possível desatrelar essa planta das drogas e criminalidade. Assim, podemos tratar a cannabis como outros países já tratam, como uma inovação”, diz.

[ad_2]

Source link

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *